quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Melhor supermercado: Jumbo

Não sei vocês mas gostamos muito de ir a supermercados em países diferentes do nosso. É uma forma de conhecer a gastronomia, a cultura do país, os hábitos da população e de achar bons produtos e bons preços.
Aqui em Buenos Aires já fomos em três: Coto, Carrefour e Jumbo, fora os menores dos bairros.
Definitivamente o Jumbo é o melhor deles e o que merece que a gente perca mais de uma hora. Tem de tudo um pouco e bons preços. Vejam no site e procure um perto de onde você vai estar. O de Palermo fica bem próximo de uma estação de metrô. E eles entregam em domicílio. Só veja antes (por telefone ou ao vivo) qual faz delivery para a sua região.



Serviço:
Jumbo

Oração

Faz dias que estou para colocar algo sobre a tragédia que tomou conta da região serrana do Estado do Rio de Janeiro, principalmente Teresópolis e Nova Friburgo. Os jornais daqui da Argentina divulgam bastante detalhes sobre a tragédia e principalmente o número de mortos, que só cresce. Estamos longe do Brasil, mas não alheios à tristeza dessas famílias que perderam pessoas queridas. No momento, o que peço é que façamos juntos (cada um do modo como acredita) uma oração para aqueles espíritos que se foram, para que tenham paz, e para os que ficaram, que encontrem conforto e força para seguir em frente.


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Programa roots

Uma volta pelo bairro San Telmo já é um prazer e uma aventura. Muita gente descolada e alternativa, muitos restôs com menus de lugares diferentes, muitas paredes grafitadas e muitos lugares escondidos por trás de portas antigas de madeira. Dois desses lugares ficam em ruas praticamente vizinhas e podem ser visitados de uma tacada só: o Museo Argentino del Títere e o Museo Nacional de la História del Traje. O primeiro, que infelizmente nos recebeu com as portas fechadas por vacaciones, foi criado em 1983 com o propósito de documentar e preservar a memória da atividade do titiritero, profissional que cria e manipula os bonecos.
O segundo museu é dedicado à preservação e divulgação da história da moda e suas criações. Conta com cerca de 8.500 peças que refletem o espírito criativo de estilistas de designers e a qualidade de seu trabalho. O museu é pequeno e a visita não demora muito, podendo, inclusive, ser feitas com o acompanhamento de guias da casa.



Museo Argentino del Títere 

 Museo Nacional de la História del Traje


Paredes grafitadas em San Telmo


Serviço:
- Piedras, 905

www.funmuseodeltraje.com.ar

Consultar horário - 4304-4376 | 4343-0601 | silviamusselli@yahoo.com.ar

www.museoargdeltitere.com.ar



Museo Nacional de la História del Traje - Chile, 832 
Aberto de terça a domingo, das 14 às 19h - ENTRADA FRANCA


Museo Argentino del Títere 

Palermo Viejo

É quase como andar pelo Soho em NY, pelo Boulevard de Clichy em Paris ou pelas Ramblas em Barcelona. Becos, biroscas, lojinhas, sebos, botecos e um monte de gente se dividem entre as ruas de uma parte muito especial do bairro de Palermo: Palermo Viejo. Desde a Plaza Cortázar uma série de ruazinhas e avenidas guardam segredos que precisam ser descobertos. A sugestão é dar uma volta a pé para desbravar o território. Nessa região fica a Papelera Palermo, especializada em papéis artesanais, papéis tingidos, papéis serigrafados e uma série de utensílios para a arte da caligrafia manual. Muitos álbuns, caderninhos para desenho, agendas, gravuras, canetas e outras tranqueras ficam organizadas em um espaço amplo e agradável. Os caras também mantêm a Casa de Ofícios, que promove cursos e oficinas de caligrafia, encadernação artesanal, serigrafia e outros.
Outra dessa preciosidades é a loja Calma Chicha, que vende objetos insólitos, tapetes e itens de couro de vaca, bolas de sinuca, chaveiros, caderninhos e um monte de coisas um tanto sinistras. Vale uma visita para garimpar uns regalos porteños diferentes.




Serviço:
Plaza Cortázar - Av. Honduras, 5000 (mais ou menos, afinal é uma praça), cruzando com a Serrano, por um lado, e com a Jorge Luis Borges, pelo outro.
Folha de papel kraft alvejada e tingida em batik - 9 pesos
Tubo plástico para levar as folhas sem amassar - 15 pesos
Serigrafia assinada pelo artista - 40 pesos

Um pouco de ciência

Um programa bacana para quem estiver viajando com a molecada ou mesmo para os adultos. O Museu Argentino de Ciências Naturais "Bernardino Rivadalvia", cuja origem remonta o ano de 1812, está instalado, desde 1937, na Av. Angel Gallardo, num espaçoso edifício construído conforme os padrões dos museus de ciências da Europa, e apresenta um riquíssimo acervo de espécimes animais e outras tantas variedades.
Diversos exemplares empalhados e mantidos em estado perfeito possibilitam aos visitantes uma visão mais ampla das diferentes classes animais. Mamíferos, aves, répteis, anfíbios e insetos são exibidos em espaços que simulam ambientes naturais. Esqueletos, plumagens, peles e carapaças também são parte do acervo do museu. É possível tirar fotos dentro de quase todas as galerias, com exceção da área destinada aos peixes vivos.
Mas o maior delírio do Museu é mesmo a extensa área dedicada aos fósseis e esqueletos de dinossauros. As ossadas ficam dispostas de modo que os visitantes conseguem ter noção do exagerado tamanho dos animais. Há até mesmo um espaço com areia para que a meninada possa tirar uma onda de arqueólogo, pateontólogo ou coisa que o valha, e brincar de escavar fósseis de brinquedo.

 Me lembrou alguns amigos

Um dos muuitos esqueletos de dinossauros

Cobra e o esqueleto do irmãozinho 

Mais dinossauros

Venha escavar para encontrar dinossauros! 

Um dos grandes

Serviço:
Av. Angel Gallardo, 470. Aberto diariamente, das 14 às 19h.
Entrada - 3 pesos por adultos e crianças a partir de 6 anos
Guarda volumes na entrada.
www.macn.secyt.gov.ar

Cubiertos. Já ouviram falar?

Ficamos sem postar uns dias, pois meus joelhos pediram descanso depois de tantas caminhadas nas ruas e na esteira. Mas hoje colocaremos em dia os posts. Aproveito para falar de um assunto que vai ajudar quem vier à Argentina.
Cubiertos. Não me lembro bem, mas da primeira vez que viemos aqui isso não me chamou muita atenção. Mas agora, em todo restaurante que vamos, pequenos ou grandes, lá estão eles: os cubiertos.
O cubierto é uma taxa que muitos restaurantes passaram a cobrar por aqui. Eles oferecem uma espécie de couvert (torradas, pães, pastas, manteiga, bruschetas, cada restaurante oferece uma coisa) e cobram de 5 a 12 pesos por pessoa. E nem adianta falar que não quer, você vai ter que pagar, já vem na conta. Algumas vezes eles cobram só dois ou três numa mesa com quatro pessoas.
Depois de perguntar a um garçom, fui pesquisar um pouco para pagar menos chateada por algo que às vezes nem tocamos aqui na Argentina,  e li que o couvert/couverture/cubierto é uma forma de cobertura dos restaurantes por eventuais prejuízos. Não significa, de maneira alguma, o pagamento pelos pães, pastas, manteiga e etc.
Li em alguns blogs por aí que é uma forma de cobrir as gorjetas não deixadas pelos brasileiros, mas não tem nada a ver com a gorjeta. Esta, você sabe, deixa se tiver vontade, de preferência fora da conta. Mas é sempre educado deixar. Quem trabalha em bares e restaurantes conta com isso. Mesmo que você não possa deixar os 10%, deixe algo.







sábado, 15 de janeiro de 2011

Stencil art

Mais uma amostra do trampo dos artistas de rua portenhos. Os caras mandam muito no stencil.












Serviço:
Dar uma volta pela cidade a pé.